O problema do terrorismo no mundo é gramatical, também…
Quando sai para proteger os civis usa frases de fé como: a
união faz a força,
ontem Jurei e hoje faço cumprir a missão de defender os
honestos dos malfeitores…
Esse malfeitor ou terrorista junta-se aos seus e usa
frase de fé dominante:
correr risco para petiscar...!
- quando somos unidos tudo é possível...
- juram lealdade ao “suposto líder ou o seu idealismo”
O mais agravante é que quando ambos auguram sucesso na
missão exercida agradecem ao Senhor lá de cima.
Isto era mais interessante nos tempos do tio Ngungu, porque
aqui era igual a uma fração matemática: pois havia confronto entre o numerador
e denominador, ou seja, aí era simples cada um proteger os seus interesses sem
igualdade de resistência entre os intervenientes.
Isto é, enquanto os Portugueses usavam armamento bélico
para dominar, os Moçambicanos usavam armas brancas para tentar resistir.
Actualmente não, o
criminoso ou terrorista é tão resistente que recorda-me a música do Mr. Kuka
titulada – Eu também.
Porque! Ora vejamos:
Vou alvejar-te – Eu também.
Vou prender-te – Eu também.
Vou estudar formas de enfraquecer-te – Eu também.
Vou produzir bombas atómicas para devastar-te, que nem cinza de si
reste – Eu também.
Sou Militar – Fui, portanto, eu também.
Vou destruir os seus edifícios que ocupas mesmo que
morram civis, será por uma boa causa – Eu também.
Entre outras promessas de amor igual a uma relação
qualquer que não tem pernas para andar.
Autoria:
Cubaliwa para escrever

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