quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O problema do terrorismo no mundo é gramatical, também…


Quando sai para proteger os civis usa frases de fé como: a união faz a força,
ontem Jurei e hoje faço cumprir a missão de defender os honestos dos malfeitores…

Esse malfeitor ou terrorista junta-se aos seus e usa frase de fé dominante:
correr risco para petiscar...!
- quando somos unidos tudo é possível...
- juram lealdade ao “suposto líder ou o seu idealismo”

O mais agravante é que quando ambos auguram sucesso na missão exercida agradecem ao Senhor lá de cima.
Isto era mais interessante nos tempos do tio Ngungu, porque aqui era igual a uma fração matemática: pois havia confronto entre o numerador e denominador, ou seja, aí era simples cada um proteger os seus interesses sem igualdade de resistência entre os intervenientes.
Isto é, enquanto os Portugueses usavam armamento bélico para dominar, os Moçambicanos usavam armas brancas para tentar resistir. 

Actualmente não, o criminoso ou terrorista é tão resistente que recorda-me a música do Mr. Kuka titulada – Eu também. 

Porque! Ora vejamos:

Vou alvejar-te – Eu também.
Vou prender-te – Eu também.
Vou estudar formas de enfraquecer-te – Eu também.
Vou produzir bombas atómicas para devastar-te, que nem cinza de si reste – Eu também.
Sou Militar – Fui, portanto, eu também.
Vou destruir os seus edifícios que ocupas mesmo que morram civis, será por uma boa causa – Eu também.

Entre outras promessas de amor igual a uma relação qualquer que não tem pernas para andar.
Autoria: Cubaliwa para escrever

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