A minha casinha dos chutes e pontapés,
cantou Portugal após Euro-2016, agora é a vez de um País cantar em África.

Os tambores vão soar, com vuvuzelas acompanhadas de vozes, que vão ofuscando o som da banda.
Vão brilhar as cores da bandeiras que compõem as Nações Africanas,
Moçambique está fora, não do mapa continental, mas, do Campeonato
Africano das Nações...
Abel Xavier disse que irá trazer Europeus, desculpe, jogadores, filhos de emigrantes
Moçambicanos, nascidos na diáspora, sobretudo Europa, para acrescentarem
alguma qualidade a selecção junto com os que militam no Moçambola e aqueis
que já se espelham nas terras do Cristiano Ronaldo, que acolhem Messi.
O objectivo é dar-nos esperança de um dia estar nos grandes palcos...Merecemos,
não achas ?
Em fase crítica (crise), Portugal suplantou a tudo e todos no futebol e é Rei,
acho que é um exemplo para a nossa história construirmos também.
Perspectivas para o Gabão-2017 são tantas,
primeiro porque já não temos colossos aqui, o País organizador é um osso
duro de roer, contudo não é favorito.
Aliás, não há favoritos no meu ponto de vista, mesmo que alguns se apresentem
em boa forma casos da Argélia, Egipto que só vence em África, Senegal, Gabão...
O campeão em título está em fase de preenchimento de alguns espaços, porque sofreu alguma
sangria portanto haverá sangue novo, aliás, se não estou em erro boa parte vem a esta fase final
com equipas compostas por muita juventude, caso concreto da estreante Guiné-Bissau.
A ver vamos que País que cantará a minha casinha dos chutes e pontapés,
como o fez Portugal após Euro-2016, fora de todos prognósticos.